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A artista plástica, Cláudia Canova Passos, nasceu no dia 18 de maio de 1964, na capital paulista, onde viveu parte da sua infância no bairro Alto de Pinheiros, na zona oeste. Formada em Artes Plásticas, na FAAP (Fundação Armando Alvares  Penteado), com especialização em Desenho Técnico, no IADE, Cláudia sempre gostou de estar próxima à natureza.
Antes de seguir o caminho das artes plásticas, ela chegou a pensar em ser veterinária ou estudar botânica. Mas, até conseguir unir as suas duas paixões, as artes plásticas e a natureza, ela seguiu um longo caminho. Por causa da profissão do seu pai, que trabalhava em uma empresa multinacional, Cláudia e sua família viveram em muitos lugares diferentes.
Ela morou em Michigan, nos Estados Unidos, quando era criança. Michigan é uma cidade muito gelada e, por causa disso, Cláudia ficava muito tempo dentro de casa e isso a deixava triste.
O avô lembrou-se do quanto ela gostava de lápis de cor e passou a incentivá-la a fazer desenhos. Após um ano, a família mudou-se novamente e, dessa vez, o destino foi Biella, cidade localizada na região do Piemonte, na Itália, com forte tradição religiosa. Era um lugar com muitas regras para uma menina tão colorida...
Após alguns anos vivendo no exterior, quando tinha 8 anos, Cláudia retornou finalmente ao Brasil. Ela foi morar na cidade do Guarujá, no Litoral Sul do Estado de São Paulo. E pela primeira vez compreendeu que a felicidade tinha gosto de mar. Embora, a família de Cláudia não tenha vivido muito tempo nesta cidade praiana, à lembrança desse tempo feliz foi decisiva na vida dela.
E, assim, quando chegou o momento de escolher um lugar para morar, ela decidiu voltar para perto do mar. Ela mudou-se para Caraguatatuba, no Litoral Norte.
Nesta cidade, ela fez um curso de cerâmica com Ben-Hur Vernizzi, que já havia trabalhado com o barro na Amazônia. A partir deste momento, a cerâmica entrou no seu sangue e nunca mais saiu.
Lembra que eu contei que, quando criança, ela ficava triste quando não podia sair de casa para estar próxima da natureza?
Pertinho do mar e da Mata Atlântica, a Cláudia pode finalmente dar asas à sua imaginação e, com total liberdade, passou a criar peças em cerâmica em formatos de insetos. Insetos? Ora, isso mesmo. São peças decorativas em formatos de joaninhas, besouros, borboletas, entre outros, que podem ser usadas como pesos de livros, enfeites de paredes ou jardins.
A Cláudia tem um olhar sensível para esse mundo quase invisível, de animais renegados, que muitos desprezam por causa da aparência, mas que são importantes para o equilíbrio do ecossistema. Ela gosta de observar a reação das pessoas sempre que expõe os seus trabalhos. Enquanto alguns sentem arrepios e até ojeriza, outros são atraídos por suas obras, mas quem mais se identifica com elas são as crianças. Ela acredita que isso acontece porque as crianças olham as imagens de forma lúdica, apreciando o que vêem sem fazer julgamentos.
Além do seu trabalho independente, a artista Cláudia Canova Passos faz parte do Grupo Ubuntu– um coletivo de artistas de Caraguatatuba. Esse coletivo busca valorizara contribuição que diversas raças deram à formação cultural e as tradições que são mantidas até hoje nas cidades do Litoral Norte de São Paulo através da arte. Cláudia Canova Passos é uma artista sensível, que nos desafia a olhar com o coração.

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